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A história por trás da mudança do nome para Embu das Artes: o que rolou?

A história por trás da mudança do nome para Embu das Artes: o que rolou?

A história por trás da mudança para Embu das Artes culminou em 2011, com plebiscito em 1º de maio aprovando por 66,48% (74 mil votos sim) o nome impulsionado pelo boom artístico desde o Salão de 1964 e Feira de 1969.

Você já parou para pensar como uma cidade ganha um apelido que vira nome oficial? Embu das Artes tem uma história que mistura raízes indígenas, jesuítas e um surto criativo irresistível. É como se a cobra do nome antigo tivesse trocado escamas por pincéis e cinzéis.

A história por trás da mudança do nome para Embu das Artes remonta ao século XVI, quando jesuítas fundaram uma aldeia chamada M’boy, que significa ‘cobra’ em tupi. Em 1959, virou município, mas a partir dos anos 60, artistas invadiram as ruas. Resultado? Um plebiscito em 2011, com mais de 74 mil votos a favor – 66% da população disse sim à nova identidade.

Muitos relatos param no superficial, repetindo só que ‘a cidade é de arte’. Ignoram o debate acirrado no plebiscito ou como a feira de 1969 mudou tudo. Esses resumos rápidos deixam a gente sem entender o orgulho local por trás da placa oficial.

Aqui, vamos fundo nessa jornada. Você vai descobrir as origens indígenas, o boom cultural dos anos 60, os bastidores do voto popular e o impacto até hoje. Prepare-se para ver Embu das Artes com outros olhos.

As origens do nome Embu e sua herança indígena

Raízes tupi e jesuítas: O nome Embu vem de uma aldeia indígena cheia de cobras. Vamos mergulhar nessa origem fascinante.

A aldeia jesuítica de M’boy

M’boy significa cobra: Jesuítas fundaram a aldeia por volta de 1554 em uma área repleta desses animais.

A palavra vem do tupi antigo. Era uma corruptela de Mboy, o nome da aldeia original.

Imagine o cenário. Floresta densa, indígenas e padres jesuítas convivendo. Cobras por toda parte inspiraram o nome.

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Na minha visão, isso mostra como a natureza molda nossa história. Como uma cobra mudando de pele, o nome evoluiu.

Evolução até a emancipação em 1959

De M’Boy a Embu em etapas: Virou distrito em 1880, depois Embú em 1938.

Em 21 de abril de 1880, criou-se o distrito de M’Boy no município de Itapecerica da Serra.

Em 30 de novembro de 1938, mudou para Embú, com acento da época.

Finalmente, em 18 de fevereiro de 1959, Embu se tornou município independente. Um marco para a região.

O florescimento artístico que inspirou tudo

Boom artístico nos anos 60: Embu virou ímã para pintores e escultores. Eles transformaram ruas em galerias vivas.

O 1º Salão de Artes Plásticas em 1964

1º Salão em 1964: Reuniu artistas renomados e deu o pontapé inicial no movimento cultural local.

Você consegue imaginar o burburinho? Obras incríveis expostas para todos.

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Foi o estalo que precisava. Pintores e escultores viram ali um lar perfeito.

Na minha visão, esse evento plantou a semente da identidade artística de Embu.

Nascimento da Feira de Artes em 1969

Feira criada em 31 de janeiro de 1969: Começou na frente da Igreja Matriz e explodiu em popularidade.

Rápido, se espalhou pelo centro histórico. Artesãos de todo tipo apareceram.

Poetas, músicos e criativos lotavam o lugar. Virou tradição semanal.

Eu vejo isso como o coração pulsante. Dali nasceu o apelido que todo mundo usava.

Do plebiscito à lei: o processo oficial

Passos democráticos precisos: De 2009 a 2011, o povo decidiu o nome novo. Um processo que todo mundo acompanhou de perto.

Iniciativa do prefeito Chico Brito em 2009

Chico Brito em 23/10/2009: Ele deu o primeiro passo para o plebiscito oficial.

Precisava de 1% dos eleitores participando. Assinou convênio com o TRE em 2011.

Eu admiro essa ousadia. Como um líder ouvindo o coração da cidade.

Você já viu algo assim? Uma mudança nascendo do povo.

O plebiscito de 1º de maio de 2011

Plebiscito em 1º maio 2011: 66,48% a favor, com mais de 74 mil votos sim.

Contra foram 38 mil votos, ou 33,52%. Dois meses de debate quente.

Domingo de votação lotado. O povo escolheu abraçar a arte no nome.

Imagine a emoção. Como um jogo onde a maioria vence.

Sanção da lei em setembro de 2011

Sancionada em 7 setembro 2011: Pelo governador Geraldo Alckmin, como Lei 14.537.

ALESP aprovou antes, em 10 agosto 2011. Publicado no Diário Oficial.

Virou oficial: Estância Turística de Embu das Artes. Fim da jornada.

Na minha visão, isso selou o orgulho local para sempre.

Conclusão: o legado duradouro de Embu das Artes

Legado selado em 2011: O plebiscito com 66% a favor transformou o apelido em nome oficial, eternizando a vibe artística de Embu.

De raízes tupi em M’boy a feiras lotadas nos anos 60. Tudo culminou nessa vitória popular.

Hoje, Embu brilha como polo turístico. Milhares visitam o centro histórico todo fim de semana.

Na minha visão, isso gera orgulho local enorme. Uma cidade que abraçou sua essência criativa.

Pense nisso como uma raiz que floresce. A mudança reflete o que o povo construiu com as mãos.

Que tal visitar? Sinta o pulsar dessa identidade eterna no ar.
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FAQ – Perguntas frequentes sobre a história da mudança de nome para Embu das Artes

Qual a origem do nome ‘Embu’?

O nome ‘Embu’ vem do tupi ‘M’boy’, que significa ‘cobra’. Surgiu de uma aldeia jesuítica fundada por volta de 1554 em área cheia desses animais.

Quando aconteceu o 1º Salão de Artes Plásticas em Embu?

Em 1964, o 1º Salão reuniu artistas renomados e deu início ao movimento cultural que inspirou o apelido ‘das Artes’.

Como foi o plebiscito para mudar o nome de Embu?

Em 1º de maio de 2011, 66,48% dos votos (mais de 74 mil) foram a favor da mudança, após iniciativa do prefeito Chico Brito em 2009.

Quando o nome ‘Embu das Artes’ virou oficial?

Em 7 de setembro de 2011, o governador Geraldo Alckmin sancionou a Lei 14.537, oficializando Estância Turística de Embu das Artes.

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